quinta-feira, 4 de outubro de 2012

marcas de um verdadeiro cristao pr jerry adriani


MARCAS INCONFUNDÍVEIS DE UM VERDADEIRO CRISTÃO
Igreja Batista Gileade
Pr. Jerry Adriani

Texto Gálatas 6.17
Daqui em diante ninguém me moleste; porque eu trago no meu corpo as marcas de Jesus.”
Introdução
            Segundo a consultora Alina Wheeler (Livro Design Identidade da Marca) “A marca é a promessa”, a grande idéia e as expectativas que residem na mente de cada consumidor, a respeito de um produto, um serviço ou de uma empresa. As pessoas se apaixonam pelas marcas, confiam nelas, são fiéis a elas, compram, acreditam na sua superioridade. A marca é como uma escrita manual. Uma identidade.
            Segundo o dicionário: marca é sinal em um objeto para o fazer reconhecer.
Ex.: McDonald’s. Franquia. Conserta Conserta Estraga, (cicatrizes) e em nossos dias com o aumento da pirataria (do falso, genérico, parece, mas não é) as indústrias e empresas investem pesado em suas marcas, pois a marca é identidade, respeito e tudo.
            Estamos vivendo dias, onde muitos se dizem cristãos, mas na verdade não conseguimos identificá-los, pois a marca em suas vidas se apagaram ou estão se apagando, este não está brilhando como Jesus disse. “Vós sois a luz do mundo” e nós podemos dizer que temos a marca de Cristo em nossas vidas.
            Existem muitas coisas na árvore que não é árvore.
            Ex.: ninho do passarinho, lodo, linha, etc. (tem muita coisa na igreja que não são cristãos).
            Quando Paulo anunciou o Evangelho na Ásia menor e isto aconteceu segundo os historiadores, pelo menos 3 vezes registrados em Atos:
1º. 13.14
Mas eles, passando de Perge, chegaram a Antioquia da Psídia; e entrando na sinagoga, no dia de sábado, sentaram-se.”

2º. Em Atos 16.6-8 Paulo e Silas. Visão de Paulo em trôade.
Atravessaram a região frígio-gálata, tendo sido impedidos pelo Espírito Santo de anunciar a palavra na Ásia;
e tendo chegado diante da Mísia, tentavam ir para Bitínia, mas o Espírito de Jesus não lho permitiu.
Então, passando pela Mísia, desceram a Trôade”.

3°. Paulo saiu de Efésio e foi para Macedônia e Grécia.
            Neste período o Evangelho anunciado por Paulo houve muita rejeição por parte dos Judeus cristãos por causa de uma marca exclusiva ao judaísmo e não a Igreja de Cristo em um todo.
            A rejeição se dava porque os Judeus queriam a circuncisão dos novos convertidos e isso já havia sido resolvido no 1° concílio da Igreja registrado em Atos 15.
            Em suma, uma das marcas inconfundíveis de um cristão é não ser religioso, religião mata, divide e separa e Cristo soma, dá vida e ajunta.
            Jesus enfrentou muita religião com os fariseus e escribas em sua época. Lc. 10. 25-28. A pergunta de um religioso. O religioso conhece, mas não vive, o doutor na lei não sabia quem era o seu próximo.
1.    Ter o Espírito Santo. Jo. 16.12-15
“Ainda tenho muito que vos dizer; mas vós não o podeis suportar agora.
Quando vier, porém, aquele, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá o que tiver ouvido, e vos anunciará as coisas vindouras.
 Ele me glorificará, porque receberá do que é meu, e vo-lo anunciará.
Tudo quanto o Pai tem é meu; por isso eu vos disse que ele, recebendo do que é meu, vo-lo anunciará”.

Lc. 2.29-30
“Agora, Senhor, despedes em paz o teu servo, segundo a tua palavra;
pois os meus olhos já viram a tua salvação”.

2° Coríntios 1.21
Mas aquele que nos confirma convosco em Cristo, e nos ungiu, é Deus”.

2.    A marca do Amor. Mt. 22.37-39
“Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento.
 Este é o grande e primeiro mandamento.
E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”.

Gálatas 6. Vs. 1. Paulo fala do amor ao próximo não de palavras, mas de atitude

3.    A marca do testemunho. Mt. 5.16
Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus”.

Gálatas 6. Vs. 13

4.    A marca da humildade. 2Co. 4.7
Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não da nossa parte”.

5.    Perseguição. 2Co. 4.9
perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos”.

6.    A marca de qualidade. Gl. 5.22
Mas o fruto do Espírito é: o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade”.

O fruto do espírito – toda árvore produz fruto.
Paulo fala então, que o cristão que vive em comunhão verdadeira com Deus e nele habita o Espírito Santo possui qualidade de vida, tal que será facilmente identificado como verdadeiro cristão.
Estas marcas estão notórias no caráter de um cristão transformado e são chamados por Paulo de Fruto do Espírito.
Paulo, embora falando no singular (Fruto do Espírito) aponta nove predicados que acompanham o verdadeiro cristão, com maior ou menor intensidade.
5. O fruto do Espírito inclui:
5.1 – “Amor” (gr. agape), i.e., o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca.
5.2 – “Alegria” (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus.
5.3 – “Paz” (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente baseada na convicção de que tudo vai bem entre o crente e seu Pai celestial.
5.4 – “Longanimidade” (gr. makrothumia) i.e., perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero.
5.5 – “Benignidade” (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor.
5.6 – “Bondade” (gr. agathosune) i.e., zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade ou na repreensão e na correção do mal.
5.7 – “Fé” (gr. pistis), i.e., lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade.
5.8 – “Mansidão” (gr. prautes) i.e., moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com eqüidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso.
5.9 – “Temperança”; “Domínio Próprio” (gr. egkrateia), i.e., o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza.

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